A vinda de “Marujo” para o Sambaqui – 9/10

4 de abril de 2016 em Marujo dos Sete Mares - Antônio Cardoso, Memória

Antônio Cardoso e seus dois primeiros filhos. Foto/ Reprodução: Celso Martins/Acervo Antônio Cardoso.

Antônio Cardoso e seus dois primeiros filhos. Foto/ Reprodução: Celso Martins/Acervo Antônio Cardoso.

Por Celso Martins

Este é o nono capítulo da série de dez reportagens “As aventuras de Marujo nos sete mares”. A cada três dias, será publicado um novo episódio. Confira o último no dia 7.4.

“Eu era apaixonado pelo que fazia, trabalhava com muito gosto, e também precisava sustentar a família.” Casado com Laureci (Lalinha), nascida em 18 de dezembro de 1939, em Florianópolis, viu nascer o primeiro filho, José Paulo, em 1959. No ano seguinte, chegou Romário (Marinho), depois Ronaldo (1964), Rosane (1965), Rosimare (1966), Marcos (1969) e Marcelo (Télo, 1970).

A família veio morar em Sambaqui nos início dos anos 1980, vivendo de aluguel na casa que pertenceu a Durval Pires da Cunha, depois demolida para dar lugar à travessa Jandira Pires da Cunha. Desde 1986, ele tem residência nessa travessa, onde acaba de criar um ateliê para seus artesanatos e marcenarias.

"Marujo" em sua organizada oficina. Foto: Anita Martins.

“Marujo” em sua organizada oficina. Foto: Anita Martins.

A série de matérias que o Daqui na Rede termina de publicar nesta quinta-feira (7.4) resultam de diversas entrevistas feitas com Antônio Cardoso. Nesses momentos, ele se apoiou em documentos, como as carteiras funcionais, e na própria memória, consultando de vez em quando um mapa para confirmar nomes e situações.

"Marujo" e Ailson com garoupa pescada em Abrolhos (Bahia). Foto: Acervo Antônio Cardoso.

“Marujo” e Ailson com garoupa pescada em Abrolhos (Bahia). Foto: Acervo Antônio Cardoso.

Durante esse processo, colocamos “Marujo” em contato telefônico com seu colega e amigo Ailson Marinho dos Santos, residente em Caruaru (PE). Marinho ficou de fazer nova visita ao amigo. “Não sei quando, mas preciso ir ao Rio de Janeiro visitar uns parentes e vou aproveitar para ir a Florianópolis”, disse. “Eu o chamava de tio”, complementou o velho marinheiro, referindo-se a “Marujo”. “Sempre me lembro dele. Tinha um coração enorme e, toda vez que precisei, ele me ajudou”, fala, com carinho.

Leia mais da série “As aventuras de Marujo nos sete mares”:
Capítulo 1 - Introdutório
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8

Share on Google+Tweet about this on TwitterShare on FacebookPin on PinterestEmail this to someone