Velho Bruxo abre coluna no Daqui na Rede

30 de agosto de 2016 em VELHO BRUXO

O cidadão nasceu em Porto Belo-SC no dia 12 de outubro de 1953, com o nome de Edson Luiz da Silva, indo morar na Coloninha (Florianópolis) em 1959. Dez anos depois residia em Coqueiros, onde conheceu e se casou com Gleuse Maria Almeida (da Silva) em 1983, indo residir no bairro da Trindade. É pai de Daniel, 26 anos, e de Diego, 32, que lhe deu o neto Rafael com 1,8 anos de idade.

Velho Bruxo. Foto: Celso Martins.

Velho Bruxo. Foto: Celso Martins.

Este é um resumo da vida de quem, a certa altura da vida, adotou a alcunha de Velho Bruxo, momento em que mergulhou profundamente na vida e nas coisas da cidade, sons e imagens que retratam o dia-a-dia e o cotidiano em movimento. Ele começou a observar as sutilezas e nuances do povo ilhéu inda jovem, como engraxate, vendedor de pinhão e amendoim torrado em porta de circo, balconista de loja de material de construção ou deixando no ponto a massa em uma padaria.

Depois de ter servido quatro anos na Aeronáutica, foi trabalhar na UFSC em 1977, primeiro no setor de microfilmagem, depois (1980) no Núcleo de Processamento de Dados (NPD), onde se aposentou recentemente.

 

Imagens

“Já nos meus 14 ou 15 anos de idade fazia as fotos em casa”, lembra, “depois dos aniversários dos meus filhos”, tudo em filme. Começou a fotografar “para fora” em 1995, com equipamento digital, acumulando até o momento 368 mil fotogramas. Fora os filmes e as fotos em papel, estas últimas acumuladas em cerca de 15 caixas, “nem todas completamente cheias”.

Quando resume as áreas de interesse Velho Bruxo enumera as festas familiares (dele e dos amigos), as de caráter popular ou religioso, à exemplo dos festejos do Divino, e “as paisagens”, naturais e construídas de Florianópolis e região. Ele também vasculha arquivos particulares e públicos atrás de fotos antigas. Parte do acervo está publicado em www.velhobruxo.tns.ufsc.br.

 

Sonoridades

As músicas da Ilha de Santa Catarina e de outras cidades do litoral entre São Francisco do Sul e Laguna atraem o pesquisador. Até o momento ele reuniu cerca de 60 LPs e “200 e tantos” CDs com gravações.

 

A alcunha

Outra façanha de nosso personagem foi dar aulas de computação por cerca de 15 anos, tanto em escolas da rede estadual, quando no Bardal e Univali. “Os alunos me deram o apelido de Bruxo”, recorda. “Depois que envelheci adotei o Velho Bruxo”.

 

Coluna

Chama-se “Velho Bruxo” a coluna que Edson Luiz da Silva abre no portal de notícias Daqui na Rede, alimentada semanalmente com fotos (individuais ou galerias) e outras bruxarias.

 

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