A melhor forneira da Farinhada do Divino

7 de setembro de 2017 em FESTA DO DIVINO 2017, Galeria de imagens

 

Repórter Diego Wendhausen Passos entrevista os vocalistas da banda Xaréu e do trio Tons de Sambaqui – Confira as galerias de fotos da Farinhada

 

Léia, forneira do Divino 2017. Foto: Celso Martins.

Léia, forneira do Divino 2017. Foto: Celso Martins.

Leia Leontina Gaia foi a vencedora do concurso de melhor forneira da 20ª Farinhada do Divino, realizado domingo (3.9) no Casarão e Engenho dos Andrade (Santo Sntônio de Lisboa). Ela concorreu com Beto Andrade, Neri Andrade, Thiago Padilha e Euclides do Amaral (Quidoca), conquistando a preferência de quem provou e aprovou a farinha feita por ela.

O concurso marcou o encerramento da 20ª Farinhada que começou no sábado (2.9) com uma novena rezada em Latim, atraindo centenas de pessoas. Os shows da banda Xeréu e do trio Tons de Sambaqui e o Boi de Mamão da Associação de Moradores de Santo Antônio de Lisboa (Amsal), além da gastronomia à base de pirão d’água com linguiça, marcaram o evento. (FOTOS ABAIXO)

 

Entrevistas

O repórter Diego Wendhausen Passos entrevistou o líder da banda Xeréu, Artur Bittencourt Junior, e o vocalista do Tons de Sambaqui, Guilherme Luiz Cardozo (também da banda Cruzzy e do grupo folclórico Balho&Tocata).

 

Banda Xaréu na Farinhada. Foto: Celso Martins.

Banda Xaréu na Farinhada. Foto: Celso Martins.

Banda Xaréu

Como surgiu a ideia de formar a banda?

A ideia surgiu do nada. Dois músicos tocando e o negócio foi crescendo, tomou outras proporções, e hoje estamos tocando por aí, onde chamar Xaréu, a Xaréu estará.

 

Quais são os tipos de música que o conjunto se inspira?

A gente se inspirou muito no som da terra. Não tem como não falar do Dazaranha, que é uma referência aqui na ilha para nós, e outros sons. O rock nacional é muito rico, e nós precisamos valorizar isso e buscamos isso.

 

Vocês possuem quais planos e projetos em relação ao grupo?

O grupo está engatinhando ainda, mas estamos com um belo projeto. Hoje estamos muito felizes. Começamos em setembro com a parceria nova, com o apoio do pessoal das camisetas. A hash tag SQN Brasil (#sqnbrasil) apostou, e a gente aposta nela também, por que quem aposta na arte, merece o seu valor. Estamos trabalhando juntos, unidos.

 

Em quais tipos de eventos vocês costumam apresentar?

Não temos muita liberdade de escolha. Onde nos chamam, estamos. Se for no meio do sertanejo, vamos, se for no meio do rock n’roll, melhor. A gente está rodando a ilha, procurando apresentar as nossas músicas, de nossa autoria, feitas aqui, na ilha. Queremos rodar por Santa Catarina, pelo Brasil e o mundo inteiro, se pudermos. Também fazemos muitas participações em shows beneficentes, quando a APAE chama, participamos, McDia Feliz, quando chamarem, estamos dentro. A gente vai tocar dia 23 de setembro, nos apresentaremos para arrecadar fundos para o pessoal que sofreu aquele acidente com o Camaro, nos Ingleses, no dia 1º. A gente é isso, muito de apoiar quem nos apoia.

 

Papo com Gui Cardozo

Como surgiu a ideia de formar o trio Tons de Sambaqui?

O trio Tons do Sambaqui não teve uma ideia inicial, aconteceu bem ao acaso. Depois da saída do Clóvis, do violão da Banda Cruzzy, final do ano passado, e depois de voltar de uma viagem, no mês de janeiro, eu senti vontade de fazer um som com ele, de voz e violão, e entramos em contato. Aconteceu um convite do Feijão, da Gambarzeira, para a gente tocar lá, e fomos a primeira noite. Tivemos uma aceitação muito boa, e o Feijão automaticamente agendou mais duas apresentações. Nós não tínhamos nome, nem sabíamos a respeito da continuidade do projeto, e apresentamos as outras duas vezes. Na primeira vez, levamos o Vinicius, como convidado para a percussão e depois da terceira apresentação, vimos que precisávamos dar um nome, por que o Feijão também não sabia como chamar nas divulgações, e surgiram nomes para o nosso trio, e dentre as ideias, nós escolhemos o nome Trio Tons de Sambaqui, e ali ficou sacramentado o início da nossa trajetória de música aqui na nossa comunidade.

 

Quais são os estilos musicais que o conjunto segue?

Na verdade expressamos uma coisa bem eclética no trio, coisa que não acontece com a mesma intensidade na própria Banda Cruzzy, na qual eu também canto, mais voltado ao rock, mas o trio, procuramos trazer os clássicos dos anos 80, 90, ou músicas recentes, ou outras mais antigas, como a canção Can’t Help Falling In Love, do Elvis Presley, e a gente busca trazer um repertório eclético, recheado do começo ao fim da apresentação, somente com aqueles clássicos que o povo gosta de cantar, de dançar, e que a gente sabe, que em nenhum momento da apresentação o povo vai desanimar por não saber a letra ou de quem é a música, então, visamos isso, basta ser clássico para a incluir em nossa roupagem, com o nosso estilo, a nossa pegada, e mandamos ver.

 

O grupo musical participa de outras atividades, além das apresentações musicais?

O trio ainda é bem recente, nasceu ali. Começamos a tocar realmente em janeiro, na Gambarzeira, bar que nos acolheu, na pessoa do Feijão. Tocamos dois ou três sábados por mês, mas também já surgiu convites para eventos fechados. Neste ano já estamos na Farinhada do Divino e expandindo os horizontes. Tem aparecido mais convites e estamos em negociação com restaurantes de Sambaqui, para apresentação nas sextas, e agora está decolando. Estão aparecendo mais convites, festas fechadas, de aniversário, enfim, por enquanto, é assim que a nossa agenda está funcionando.

 

20ª FARINHADA DO DIVINO, sábado (2.9). Fotos: Celso Martins.

 

20ª FARINHADA DO DIVINO, domingo (3.9). Fotos: Celso Martins.

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