A história dentro d’água (10): Exercícios na Ponta

A história dentro d’água (10): Exercícios na Ponta

  O inverno de 1883 foi bastante movimentado no mar de Sambaqui e Santo Antônio. “Os navios da divisão de evoluções, durante o tempo que se acham fundeados em nossas águas, têm feito exercícios diários, ora de pano, ora de artilharia e fuzilaria ao alvo”, conta o jornal O Despertador de 11 de agosto de
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A história dentro d’água (9): turismo à bordo

A história dentro d’água (9): turismo à bordo

  O coronel Virgílio José Vilella sempre foi um homem arrojado, à frente de sua época. No ano de 1882, por exemplo, ele arrendou o Teatro Álvaro de Carvalho (na época Theatro Santa Isabel). Em 1883 cuidava de importante exposição agrícola e industrial, enquanto dirigia o Partido Liberal (majoritário) no Estado. No verão de 1889,
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A história dentro d’água (8): fragata Amazonas

A história dentro d’água (8): fragata Amazonas

  A fragata Amazonas, citada anteriormente, também foi construída na Inglaterra, movida a rodas, com deslocamento de 1.800 toneladas e 350 HP, tendo sido lançada ao mar em 1851. Foi testada com sucesso nas guerras do Prata (1851-1852) e do Paraguai (1864-1870), ativa nos principais combates. Na Revolta da Armada (1893-1894), foi tomada pelos rebeldes
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A história dentro d’água (7): barão de Ivinheima

A história dentro d’água (7): barão de Ivinheima

  Carioca nascido em 23 de Maio de 1817, Francisco Pereira Pinto ingressou cedo na carreira militar, tornou-se o barão de Ivinheima e ingressou no alto oficialato da Marinha. Os leitores de O Despertador do dia 3 de julho de 1875 ficaram sabendo bem cedo: “Entraram à barra e fundearam no ancoradouro do Sambaqui os
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A história dentro d’água (6): comida de marujo

A história dentro d’água (6): comida de marujo

  Em junho de 1871 o 1º tenente da Marinha Filinto Perry apanhou papel e pena e se pôs a redigir um edital para “o fornecimento das praças” dos navios de uma divisão naval (1º distrito) estacionada em Sambaqui. Indicou a necessidade de açúcar branco, bacalhau, café, farinha, feijão, toucinho, carne seca, arroz, vinagre, sal,
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A história dentro d’água (5): Embarcações de guerra

A história dentro d’água (5): Embarcações de guerra

  Tonelero, brigue escuna construído por Joaquim José Inácio, atracou diversas vezes na região. “Vaso de guerra – Ancorou anteontem no porto de Sambaqui, vindo do Rio de Janeiro, o brigue-escuna Tonelero, do comando do nosso distinto amigo e conterrâneo o Sr. capitão-tenente Quintino Francisco da Costa. Este navio vem encarregado do serviço do farol
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A história dentro d’água (4): mortes e assombrações

A história dentro d’água (4): mortes e assombrações

  O corpo do capitão do lugar inglês Scotia, ancorado em Sambaqui, James Konnor, foi parar na praia Brava, norte da Ilha, sendo enterrado no mesmo dia no Rio Vermelho pelo inspetor de quarteirão local. Konnor deslocava-se do Estreito para Sambaqui quando o bote de aluguel que o conduzia afundou no meio da baía, fato
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A história dentro d’água (3): ancoradouro de Sambaqui

A história dentro d’água (3): ancoradouro de Sambaqui

  A profundidade, o abrigo dos ventos e a disponibilidade de água e víveres para o abastecimento das embarcações em trânsito, tornaram a orla de Sambaqui/Santo Antônio ponto de referência nos últimos três séculos ou mais. Vamos ver (quase) tudo isso em partes. Era intensa a movimentação de entrada e saída de navios no porto
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A história dentro d’água: Sambaquianos e Guaranis

A história dentro d’água: Sambaquianos e Guaranis

Sobre os sambaquis – “Ao longo da estreita e recortada faixa costeira do litoral centro-meridional brasileiro, nos ambientes estuarinos, ricos em peixes, moluscos e crustáceos, viveram populações pescadoras e coletoras entre 8 mil anos atrás e o início da era cristã. Seus vestígios podem ser vistos em grandes montes feitos de areia, terra e conchas
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A história dentro d’água (1): a ilha cobiçada

A história dentro d’água (1): a ilha cobiçada

Sambaqui e Santo Antônio são dois lugares muito antigos. Os primeiros humanos a habitar a região foram os sambaquianos, que nos legaram os sambaquis ou “casqueiros”, erguidos há cerca de quatro mil anos ou mais. Durante muito tempo, desde a chegada dos europeus, os “casqueiros” foram usados na produção da cal para as construções. Por
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