A história dentro d’água (Fim): Calha d’água

A história dentro d’água (Fim): Calha d’água

  “Neste excelente porto, um dos melhores do Império, continua a funcionar com regularidade o importante encanamento sobre largos trilhos de ferro que ali mandei construir”, escreveu em 1887 o almirante João Justino Proença, então Capitão do Porto de Desterro/Florianópolis, citado por Virgílio Várzea. “O porto de Sambaqui, só por esse recurso, fica com uma
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A história dentro d’água (16): Trem e porto

A história dentro d’água (16): Trem e porto

  Um porto na foz do rio Ratones até onde as mercadorias chegariam e partiriam de trem. É o que foi reivindicado em 1900 no jornal Republica (Órgão do Partido Republicano Catarinense), dirigido pelo jornalista José Boiteux, braço direito de Hercílio Luz. Um leitor que assina S. K., defende a proposta na edição do dia
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A história dentro d’água (15): apoio em terra

A história dentro d’água (15): apoio em terra

  A presença de uma divisão naval com milhares de homens a bordo obrigou a adoção de algumas iniciativas por parte da Marinha e autoridades locais. Em novembro de 1871, por exemplo, o Barão da Passagem solicitou à Presidência da Província algumas embarcações visando “transportar o material escolhido para o serviço da enfermaria que se
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A história dentro d’água (14): corveta ‘Trajano’

A história dentro d’água (14): corveta ‘Trajano’

  O catarinense Trajano Augusto de Carvalho foi um grande construtor naval. Nascido em Desterro/Florianópolis em 1830, iniciou como operário no Arsenal Real da Marinha (Rio) em 1848. Criou um novo formato de carena para os navios (1868), proporcionando menor resistência ao deslocamento e assegurando maior velocidade e economia de combustível. O invento foi patenteado
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A história dentro d’água (13): Almirante Barroso

A história dentro d’água (13): Almirante Barroso

  A chegada do cruzador Almirante Barroso no começo de fevereiro de 1886 ao ancoradouro de Sambaqui teve um ingrediente a mais: a presença entre os aspirantes de Marinha do jovem Henrique Boiteux, irmão de José e Lucas, filho do tenente-coronel Henrique Carlos Boiteux. “Acha-se ancorado no porto de Sambaqui, há poucos dias, o encouraçado
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A história dentro d’água (12): monitor da Guerra

A história dentro d’água (12): monitor da Guerra

  Napoleão Level talvez nunca tenha estado em Desterro/Florianópolis, mas suas obras navegaram e detiveram-se no ancoradouro de Sambaqui diversas vezes, sobretudo as embarcações de guerra usadas na campanha do Paraguai. Ele foi responsável pela superioridade marítima do Brasil, com o uso dos barcos monitores que estrearam na Guerra de Secessão dos Estados Unidos (1861-1865).
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A história dentro d’água (11): Príncipe à bordo

A história dentro d’água (11): Príncipe à bordo

  Nos primeiros dias de janeiro de 1884 chegaram ao ancoradouro de Sambaqui os navios da outra divisão de evoluções da Marinha, sob as ordens do mesmo chefe de divisão João Mendes Salgado dos exercícios na Ponta no ano anterior. Primeiro chegaram as corvetas “Niterói” e “Guanabara”, depois a “Parnaíba”. Entre os tripulantes da primeira”
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A história dentro d’água (10): Exercícios na Ponta

A história dentro d’água (10): Exercícios na Ponta

  O inverno de 1883 foi bastante movimentado no mar de Sambaqui e Santo Antônio. “Os navios da divisão de evoluções, durante o tempo que se acham fundeados em nossas águas, têm feito exercícios diários, ora de pano, ora de artilharia e fuzilaria ao alvo”, conta o jornal O Despertador de 11 de agosto de
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A história dentro d’água (9): turismo à bordo

A história dentro d’água (9): turismo à bordo

  O coronel Virgílio José Vilella sempre foi um homem arrojado, à frente de sua época. No ano de 1882, por exemplo, ele arrendou o Teatro Álvaro de Carvalho (na época Theatro Santa Isabel). Em 1883 cuidava de importante exposição agrícola e industrial, enquanto dirigia o Partido Liberal (majoritário) no Estado. No verão de 1889,
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A história dentro d’água (8): fragata Amazonas

A história dentro d’água (8): fragata Amazonas

  A fragata Amazonas, citada anteriormente, também foi construída na Inglaterra, movida a rodas, com deslocamento de 1.800 toneladas e 350 HP, tendo sido lançada ao mar em 1851. Foi testada com sucesso nas guerras do Prata (1851-1852) e do Paraguai (1864-1870), ativa nos principais combates. Na Revolta da Armada (1893-1894), foi tomada pelos rebeldes
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